Tenho estado doente avó, e entras nos meus sonhos mais que o normal. Dizes para rezar e chateias-te comigo por não fazer as coisas certas, aliás, que para ti são certas. Olho para aquela papel que dão nos funerais, que tem uma foto tua e diz quando nasceste e quando morreste. Penso que é tudo mentira, que ainda estás cá a olhar por mim e que nada disto aconteceu. Acho que vou chegar a tua casa e vais estar na tua vida caseira, a tratar das tuas coisas. Parece mentira que já não estás ao pé de mim. Quando te vejo nos meus sonhos estás igual a como sempre foste, e sabes? Só não quero esquecer-me do teu rosto lindo, dos olhos azuis a brilhar - que ninguém herdou.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
A pergunta que me coloco é, se fui eu que mudei, se foram os outros que mudaram. Se fui eu que decidi ir por outros caminhos, não me apercebendo que deixei de agir da mesma maneira, se foram os outros que assim entenderam, por novas pessoas surgirem e ocuparem um lugar, na minha vida, como na deles também. Enganei-me acerca das pessoas? ou Elas são as mesmas e sou eu que as observo, medrosa, de uma perspectiva diferente? Quanto a mim, apenas sei dizer que ninguém ocupa o lugar de ninguém... até os fantasmas, não são substituídos!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
intolerância
às vezes sou dura , quero ensinar a amar e gostar, como se os sentimentos se pudessem definir em palavras e explicar, mas não podem. às vezes deixo de tolerar e quase não respeito as opiniões, como se todos tivéssemos de estar trancados numa jaula e víssemos o mundo da mesma maneira. às vezes irrita-me a minha falta de calma, de lágrimas, de alegria, de tudo. às vezes farto-me de mim.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)

